sábado, 27 de Junho de 2009

O Rei do Pop morreu


Foi uma notícia totalmente inesperada. Michael Jackson faleceu aos 50 anos de idade.

Ficará para a história como o melhor artista pop de todos os tempos, e o seu álbum Thriller com as suas 100 milhões de cópias vendidas, como o álbum mais vendido de sempre e “Billy Jean”, como a melhor disco song de todos os tempos.

Estamos a falar de um ícone do século XX e provavelmente no cantor mais conhecido de sempre a nível mundial.

No entanto Michael Jackson não era apenas conhecido pelos seus dotes artísticos, mas também pelo escândalo de pedofilia em que esteve envolvido e pela mutação física que sofreu, mutação essa que quem sabe, que terá contribuído de algum modo para a sua morte (comentava-se que padecia de cancro), embora entretanto tenha surgido a hipótese do ataque cardíaco ter sido causado por overdose de medicação .

No que toca a estes dois pontos não tenho minimamente conhecimento de causa para opinar e nem quero, embora certamente sejam coisas que não se podem ignorar, tal o peso que têm.

Estou aqui apenas e só pelo seu lado artístico.

Era um artista fenomenal, daqueles que não tem apenas meia dúzia de sucessos, mas sim de alguém que durante mais de 3 décadas esteve constantemente na crista da onda a redefinir limites e renovar o seu estatuto de rei do pop.

Não posso dizer que sou o maior fã do mundo dele (longe disso), afinal tenho apenas os 2 últimos álbuns dele, mas sinceramente gostava muito dele como artista, das musicas, dos videoclips, daqueles “dancing moves” que o tornaram tão célebre e sobretudo do facto de mesmo musicas já com mais de 20 anos, ainda hoje soarem tão bem com soam, tão actuais.

O tempo não perdoa e avança a uma velocidade assustadora, nos últimos anos temos visto muita gente famosa a deixar este mundo, não que sejam mais importantes que qualquer outra pessoa, mas mostram-nos que o mundo não pára e que a vida como a conhecemos pode mudar muito rapidamente e que estamos aqui apenas de passagem e não eternamente.

Tenho mesmo muita pena deste acontecimento, pois apesar de já estar na casa dos 50, ainda tinha esperanças de ver novos álbuns dele, novos videoclips mirabolantes, novas canções que não saem do ouvido e espectáculos incríveis. Faleceu a 1 mês de realizar 1 de 50 concertos que tinha planeado realizar, em honra do meio século de vida que atingiu, dizia que iam ser os últimos concertos da sua vida e que se ia retirar, mas a fé em que isso não fosse verdade mantinha-se.

Não vou terminar isto com as despedidas de circunstância típicas destas alturas, com o RIP e afins (não que tenha algo contra claro), vou apenas acabar quase como comecei..tenho muita pena que tenhas partido..como tu certamente não haverá outro..

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