segunda-feira, 17 de Novembro de 2008

Acabar as conversas – como era e como é agora?


Vivemos na era das tecnologias de informação. Enviar uma mensagem via telemóvel, ou enviar um mail passou a ser um acto normal no nosso dia a dia. Mas como era dantes? Descubra a seguir.

Antes de mais tenho uma confissão a fazer. Embora seja da geração que viu estas tecnologias crescer até ao que é hoje, antiquado ou não sou dos que preferem 1000 vezes uma carta a um mail.

Antigamente não havia telemóveis como há hoje nem havia Internet, no máximo as pessoas comunicavam usando o telefone da casa, mas mesmo isso não era muito usado. As pessoas quando não podiam estar juntas pessoalmente, trocavam correspondência. E como mesmo computadores pessoais era algo que nem todos podia ter, recorria-se às cartas e sobretudo escrevia-se à mão.

Quem não se lembra da quantidade de papel que ficava no caixote do lixo até a carta estar como queríamos? Eu lembro-me bem.

Não sei se vocês pensam o mesmo que eu, e perdoem-me o uso de uma palavra que provavelmente nem existe no dicionário, mas sinto muita mais “pessoalidade” numa carta do que num e-mail.
Quer queiramos quer não perde-se muito menos tempo a escrever um mail do que uma carta, e o simples facto de demorar muito mais tempo, faz com a nossa entrega à escrita. Pensámos muito mais no que estamos a escrever e isso traz qualidade, conteúdo, carácter ao conteúdo da carta, enfim a tal “pessoalidade” à coisa.
Enviámos mails por todo o motivo e mais algum e mesmo quando o conteúdo do mail equipara-se ao de uma carta de há 10/15 anos atrás, este não tem a mesma riqueza, o mesmo valor, o mesmo peso.

Isso é um ponto, outro ponto e esta acaba por ser a razão deste artigo, fruto de uma sugestão da visitante “Cris” é a própria despedida do mail.

Que quero dizer com isto?

A própria maneira como nos despedimos num mail, raramente é como era antigamente. Aquela cortesia que havia antigamente quando escrevíamos cartas e como as acabávamos, está paulatinamente a desaparecer, ou se quisermos a sofrer uns ajustes que a tornam diferente.

Expressões como “Fica bem”, “Porta-te mal”, “Bj”, e outras mais são usadas presentemente.

E que tal um simples “Beijinhos”? Que vos parece?

Nem sempre conhecemos muito bem a pessoa com quem estamos a trocar mails, muitas vezes conhecemo-las recentemente (pois é certo e sabido que chega a um ponto que a troca de mails entre essas pessoas termina, a menos que se encontrem a uma grande distância um do outro) e nesses casos geralmente queremos tudo menos dar a ideia errada.
Por isso, acreditem que um simples “beijinhos” acaba por ser das melhores despedidas (isto entre pessoas de sexos diferentes como é obvio) que podem usar.
É cordial, socialmente perfeitamente aceitável e constitui uma forma de despedida perfeitamente enraizada na nossa cultura.

Mas e se ele/a ficam com a ideia errada?

Alguns de vocês podem pensar isso e na minha opinião é uma dúvida perfeitamente legitima, podemos não querer dar a ideia errada, podemos pensar que ao despedirmo-nos assim estamos a dar a ideia errada.
Na verdade estão a ver um problema onde ele não existe.
Ninguém vai ficar com a ideia errada se se despedirem desse modo, a única possibilidade de isso acontecer é o conteúdo do mail dar essa ideia e ai a história já é outra.

Minha dica de hoje é apenas esta, revejam vossa maneira de despedir, nem tudo o que é velho é mau e nem tudo que é novo é bom.

Pessoalmente não gosto de mails reenviados, mensagens copiadas de algures. Gosto daquilo que vem da própria pessoa, dou-lhe muito mais valor.
É por essas e por outras que a melhor prenda de Natal que me podem dar é um postal com algo escrito pela própria pessoa. Não tem que ser elaborado, tem apenas que ser algo que eu sei que vem daquela pessoa.

Experimentem enviar uma carta por correio aquela pessoa especial (basta ser um bom amigo), vão ver que o valor dado será bem diferente para melhor, do que se tivesse enviado via mail.
Revejam a própria despedida, tentem dar mais conteúdo e valor às vossas conversas, afinal só vivemos uma vez.

E como me despeço nas outras situações?

Claro que não podemos despedir com “beijinhos” a todo o mundo, isso é mais que óbvio.
Aqui vai algumas dicas para esses casos:

- Se for um assunto profissional (com advogados, contabilista, …): “Com os meus melhores cumprimentos”
- Se for de homem para homem (sobretudo entre amigos) nada melhor que um: “Abraço”

Não mandem é um abraço a uma senhora, duvido que a senhora queira ser abraçada por alguém que mal conhece.

Outra despedida a evitar quando se conhece mal a outra pessoa é algo como “Grande beijo” e outras variantes. Além de ai sim poder dar uma ideia errada à outra pessoa, poderá também dar uma imagem errada e sobretudo pouco famosa de si, e isso é ainda pior do que dar a ideia errada.

Tem alguma ideia sobre o tema? Partilhe connosco.

domingo, 9 de Novembro de 2008

Como superar dias cinzentos


Todos nós temos dias bons, mais e aquilo que eu chamos de dias cinzentos. Que fazer quando nos calha um desses dias? Descubra a seguir.

Tem dias que tudo nos corre mal do principio ao fim do dia, o tempo está cinzento, nada nos corre bem e acabamos ficando mal dispostos, rancorosos e com aquela atitude do "porque é que só acontece a mim?".

Na verdade não acontece só a nós, acontece a outros e muitas vezes pior, mas nessas alturas mesmo sabendo isso, tal facto não nos ajuda em nada, o que acaba por ser impressionante. Nossa mente prova-nos por A + B que não há necessidade de ficarmos tão irritados com o que se está a passar, ou seja, no fundo mostrar-nos algo que supostamente nos deveria ajudar e nós mesmo reconhecendo a razão do que ela diz, não somos capazes de lhe dar ouvidos.

É como aquele conselho que damos a um amigo, temos a certeza que é um óptimo conselho, que é a coisa certa a fazer, mas e depois quando é altura de seguirmos nosso próprio conselho? "Não olhes para o que eu faço, mas sim para o que eu digo" não é?

A mente humana tem tanto de extraordinário como de misterioso, mas afinal porque é que reagimos assim? Confesso ter algumas ideias sobre o porquê, mas nada de concreto por isso limito-me ao pouco que sei, que é o que fazer num dia desses?

Bem, isto acaba sendo uma "receita" que pode ter resultados nuns, enquanto noutros não surtir qualquer feito, afinal embora parecidos por vezes somos todos diferentes uns dos outros, mas se isto ajudar alguém já terá cumprido seu propósito.

Nesses dias em que tudo corre mal, em que chegámos a um ponto que ficámos mal dispostos, zangados a 1ª coisa a fazer é ficarmos sozinhos, isolados, pois o mais certo é descarregarmos em quem não tem culpa.

Um bom banho, um passeio ou fazer algo que gostámos é sempre uma maneira óptima de melhorar um pouco o panorama e permitir uma acalmia.
Eu pessoalmente já experimentei todas estas dicas e confesso que volta e meia surtiram seu efeito.

Mas e naqueles dias que nem para ai estámos virados? Também me acontece isso por vezes e ai é apenas esperar no nosso cantinho, que o dia acabe e esperar que o amanhã seja mais agradável.

Tem outra sugestão? Somos todos ouvidos :)

quarta-feira, 5 de Novembro de 2008

Como poupar dinheiro


Hoje vou debruçar-me sobre uma área totalmente diferente dos blogs. Certamente já sentiu na carteira o peso da crise que vivémos. Vamos falar um pouco disso.

Vivémos num dos paises mais caros da europa, onde o ratio custo de vida/ salário médio é dos mais desfavoráveis, vemos os impostos a subir, os preços dos bens de consumo primário a subir, e não vemos nada que nos ajude a suportar essa escalada de preços.

Temos o exemplo da nossa vizinha Espanha, o preço desses mesmos bens é ou igual ou inferior ao nosso, mas se formos a ver o salário médio veremos uma diferença assustadora.

Que poderemos então fazer?

Poupar

E pergunta você "Mais?"
Estámos tão habituados a ter que fazer contas à vida desde o dia em que recebemos o vencimento até ao dia anterior ao próximo, que já nem nos apercebemos disso. É triste termos que andar sempre a contar os trocos, a fazer 1001 contas para ver se conseguimos sobreviver este mês, mas a realidade é que já não é só nós que estámos em crise. O mundo está em crise, e quanto pior for essa crise, pior será para Portugal e pior será para nós.
Não são os politicos que nos entendem, eles estão todos bem na vida, quase nenhum deles sabe o que é ter que viver assim e condeno-os por agirem como se soubessem.

Tipos de despesas

Para mim existem 3 tipos de despesas:

Primordiais
Inesperadas
Luxos

Despesas primordiais - Para mim são todas as despesas que você tem mesmo que ter todos os meses. Despesas referentes à alimentação, aos impostos, à prestação da casa, da luz, da água. São despesas que você sabe que vai ter todos os meses e sobre as quais não há nada a fazer, excepto diminui-las um pouco. Mais à frente vou dizer como.

Despesas inesperadas - O carro avariou, vem ai o seguro para pagar, ter que comprar um electrodoméstico. São todo o tipo de despesas que surgem sempre na pior altura e com o qual não estámos a contar. É o tipo de despesas que nos fazem ganhar cabelos brancos, pois vem piorar ainda mais a nossa situação.

Luxos - Para mim é todo o tipo de bem não essencial que possamos adquirir. Todos temos direito a eles, mas nem sempre precisámos de os ter. Considero um luxo dar por exemplo 50€ por uma bolsa, quando pode comprar uma por 20€. Dar 100€ por um par de sapatos quando por 30/40€ já se pode adquirir uns bons e perfeitos para o que quer. Como este existem inumeros outros exemplos de luxos desnecessários.

Como diminuir as despesas

Despesas primordiais - São as despesas com que contámos todos os meses, mas acredite ou não, mesmo essas podem ser diminuidas. Irei apenas dar alguns exemplos

1 - Despesas com a água. É sempre possivel diminuir os gastos na conta da água.

-> Quando lava os dentes, feche a torneira enquanto está a escovar
-> Quando toma banho, leve o tempo essencial para tomar banho. Sei que sabe bem estar lá mais tempo debaixo da duche, mas não faz ideia da água que gasta a mais com isso. Diminua o tempo que passa no duche.

2 - Despesas com alimentação.

-> Compras do mês. Existem várias técnicas, uns recomendam fazer logo as compras todas para o mês, outros recomendam comprar apenas o que precisa para o momento. Eu recomendo comprar tudo de uma vez. O facto de ir várias vezes ao supermercado implica mais viagens, e se for de carro maior desgaste provoca ao carro, maior será o consumo do combustivel. Ajuste o que compra em função do que comprou e efectivamente consumiu no mês anterior.

3 - Despesas com a luz.

-> Hoje em dia qualquer casa tem máquina de lavar a roupa e loiça em casa. Como deve saber o custo da electricidade é mais baixo à noite. Comece a usar essas máquinas apenas nesse horário, vai ver que compensa.

Despesas inesperadas - Não há muito a fazer quando elas surgem pois não? A dica que dou é apostar na prevenção sempre que possivel.

-> Um carro tem sempre desgaste e despesas de manutenção associadas, mas por vezes surgem problemas maiores, que implicam custos maiores. Minha dica é levar seu carro a fazer revisões regulares, dirigir-se ao mecânico sempre que notar que algo não está bem. Vai-lhe aumentar as despesas, pois provavelmente irá ter que ir ao mecânico mais vezes, mas se o fizer o risco de problemas maiores diminui. Por vezes não ligamos a pequenos problemas que o nosso carro possa ter, problemas que não custa muito a debelar e depois quando for a ver esse problema escalou e em vez de um parafuso terá que meter uma peça completa. Percebeu o que quis dizer não percebeu? Pense nisso.

-> Seguros seja do carro, da casa, vem sempre de X em X meses e são sempre chatos. Previna-se, vá pondo algum de lado todos os meses, verá que quando chegar a altura de os pagar, não vai sentir tanto o impacto.

Luxos - Vamos esclarecer um ponto. Não tem mal nenhum termos os nossos luxos. Merecemos como qualquer outra pessoa, mas tem alturas na vida que não há espaço para luxos. Você precisa comprar roupa, sapatos? Sempre que possivel espere pela altura dos saldos, em vez de gastar 40€ numa peça de roupa, pelo mesmo dinheiro já pode levar 2 ou 3 peças.
"Mas eu já faço isso" dirá você. Acredite que ainda tem muita gente que embora até pense nisso, depois acaba não ligando e vai gastar tudo em 1 ou 2 peças, quando podia esperar mais um pouco e comprar mais por menos.

Dica especial

E por fim uma dica que penso ser absolutamente vital e pouca gente se lembra dela.

Compre um livro de notas, ou faça um documento em Excel ou noutro formato no computador.

Que devocolocar nesse livro/documento?
Aponte todas as despesas que tem durante o mês. Sobretudo as despesas primordiais e as inesperadas. Ao apontar terá um controle bem maior sobre os seus gastos, e ao poder comparar com os gastos que teve no mês anterior, poderá mais facilmente identificar pontos onde seja possivel poupar mais.

Ao apontar as despesas e se fizer o que recomendei, vai ver as despesas a diminuirem e aqui está o ponto chave, que fazer com o dinheiro que poupei?
Reuse-o de uma forma equilibrada.
Ponha-o de lado para as despesas inesperadas, ponha-o de lado para os luxos, use-o para comprar aquele produto que embora não seja absolutamente essencial, será util.

Dá trabalho poupar, mas sobretudo dá trabalho começar a poupar, vai ver que depois com os resultados a aperceber lhe vai custar menos e sua vida ficará um pouco melhor.

Se tiver mais alguma dica/comentário em relação a esta matéria sou todo ouvidos.

Boas poupanças.

terça-feira, 4 de Novembro de 2008

O que leva as pessoas a criar um blog


Criar blogs está na moda, e agora com as facilidades que temos em criar blogs todo o mundo acha que deve ter um. Aqui irei apontar algumas dessas razões e o que de bom ou mau elas podem ter.

O que acho do Blog

Antes de mais acho relevante dar a saber o que é para mim um blog.
Considero o blog como uma ferramenta extremamente poderosa de comunicação, poder esse usado com diferentes fins. Pode ter outros fins, mas o principal é a necessidade de comunicar, de nos darmos a conhecer ao mundo, de partilharmos com o mundo algo que nos é muito pessoal e querido.

As razões que levam as pessoas a criar um blog

Tirar dividendos

Algumas pessoas decidem criar blogs, com o intuito de tirar dividendos disso, através da publicidade. Já não são poucos os casos de enorme sucesso, de pessoas que passam a viver dos lucros que tiram dos seus blogs/sites.
No entanto esse sucesso não surge da noite para o dia, é preciso muito trabalho, paciência e preseverança antes de se começar a tirar dividendos.
E muitos New Blogueiros não sabem isso, mal criam um blog começam a tentar colocar publicidade e isso é um erro por várias razões:

1 - Para haver interessados em publicitar, anter de mais temos que ter um produto que venda, neste caso um blog com um número de visitantes diários tal, que suscite o interesse das empresas que querem publicitar. E qualquer novo blog tem tudo menos isso.

2 - Para termos um elevado número de visitantes, temos que ter um blog interessante, com um bom conteudo, que seja util, e diferente dos demais e sobretudo que possua visitantes que não só gostam do blog, mas que também o visitam frequentemente voltam e até recomendam a amigos. Tendo isso fica bem mais fácil atrair publicidade.
No entanto para termos isto tudo, acima de tudo é preciso tempo.

Para os bloguers que pretendem que criar um blog para tirar lucros, um conselho.
Não comecem assim, pois esse será o vosso 1º erro. Rapidamente irão perder o interesse, pois é impossivel obter esse tipo de resultados a curto prazo. Preocupem-se antes em fazer um blog por interesse pessoal, por paixão.
Ter gosto no que fazem e darem o vosso melhor e sobretudo respeitarem ao máximo quem o visita é para mim a receita para um blog de sucesso.

Curiosidade

Algumas pessoas criam um blog por mera curiosidade. São o tipo de pessoas que não sabem ao certo o que um blog é, que provavelmente ouviram alguém falar no tema e decidiram criar naquela "de deixa ver o que isto é".
Não é um motivo mau para se começar um blog nem é um motivo bom, mas considero ser um motivo válido.
Devemos sempre dar asas à nossa curiosidade, também é assim que evoluimos como pessoas e também é assim que aumentámos nossos conhecimentos.
Na verdade parte das pessoas que começam por mera curiosidade, acabam descobrindo uma nova paixão, uma nova faceta, enquanto outros facilmente perdem o interesse.

Motivos passionais

Pessoas que têm uma necessidade enorme de escrever, de partilhar ideias, pensamentos, emoções, sentimentos. Pessoas que gostam de trocar ideias.´
Considero ser um excelente motivo, sem pontos maus. São o tipo de blogueres que participam em outros blogues não, para procurar chamar visitantes para o seu próprio blog, mas simplesmente pelo prazer de descobrir outras mentalidades, outros pensamentos, outros sentimentos, outra ideias acabando desse modo por se encontrarem por vezes a questionarem coisas que tinham como certas. Para essas pessoas isso constitui uma fonte de prazer.

Em alguns casos ter um blog é a unica maneira que certas pessoas encontram para falar de assuntos/temas pessoais, que de outra maneira não o fariam.
O facto de não terem alguém à frente, de ninguém saber quem é o autor do artigo, dá-lhes uma liberdade e confiança impar, que acaba frequentemente por se reflectir naquilo que escreve. O efeito libertador gerado é extremamente forte e muito dificil de recusar.

Naturalmente existem outros motivos que levam as pessoas a criar um blog.
Conto consigo e com a sua opinião para ir acrescentando novos motivos.

segunda-feira, 3 de Novembro de 2008

Novo Blog - Que escrever no 1º artigo


É uma questão que muitos New Blogueiros se colocam. Que vou escrever no meu 1º artigo? E sobre o quê? Em seguida irei dar a minha visão sobre o tema do 1ºartigo de um New Blogueiro.

Antes de sequer pensar no que vai escrever como 1º artigo, deve preocupar-se em saber sobre o que vai ser seu Blog. É muito importante que saiba qual o tema geral de seu blog, sabendo isso a escolha do 1º artigo torna-se mais fácil.

Muitos blogueiros são da opinião que antes de criar um blog, deve-se desde logo preparar uma série de artigos, e lança-los no momento em que se publica o blog. Penso ser uma maneira perfeitamente válida de começar, mas ai já não responde à questão que levantei, e se está a ler isto é porque tem essa duvida.

Na minha opinião, o tema do 1º artigo que do seu blog, deverá ser sobre a razão que o levou a criar esse blog.

No meu caso a “necessidade” de criar um blog prendeu-se com a minha área de formação e com o gosto/paixão que passei a ter pela tecnologias de informação.

Habituei-me a pequenas dicas no pouco que sei, e a uma dada altura tomei a decisão de criar um blog onde pudesse dar o meu contributo, ajudar as pessoas naquilo que sei. Certamente alguns artigos serão triviais para alguns, mas essenciais para outros, e vice-versa.
Sei que com esta forma de comunicar irei não só dar algo a saber a outros, mas também algo irei ficar a saber que antes não sabia.
Existem 1001 maneiras de aprender e no que toca a blogs aprende-se muito não só pelo autor dos artigos, mas também pelos comentários dos visitantes.

Não importa que muitos outros já façam aquilo que você quer fazer. Se você gosta do tema que escolhe então não ligue a isso, siga seu caminho e não se preocupe com mais nada a não ser aquilo que escreve e a quem se dirige.